Talking to Pirates [Conversando com Piratas]

[Due to my wife‘s request I’ll try, from now on, to write all posts both in English and in Portuguese. I usually don’t do this because I tend to write a single post over the day, and thus a bilingual post would take twice the time to get done.]

My friend Daniel Moura has sent me a much interesting article. It was wirtten by Cliff Harris, from Positech Games, and it is actually a compilation of the answers, along with some impressions from the author, for a question he asked: Why do people pirate my games?

[Texto em Português na sequência]

In his piece Harris present us with the pirate’s most used arguments, and I recognized some of them, but others  just felt awkward (Semi-political? Seriously?). I won’t be cynical and say that I have never pirated a game, or anything like that. Actually I can count on my fingers how many few games I’ve bought. It’s a shame, I know, but my argument – which is still valid for not buying games, but not to pirate them anymore – is that they’re are too expensive. My last acquisitions were Neverwinter Nights Platinum, that was published by a magazine here on Brazil for R$15,90 (around $9,99); and two games from Big Fish Games, both for $0,99. But I am still drooling over some games at Steam (Audiosurf and Everyday Shooter), that I haven’t bought yet more due to my lack of time to play them, more than anything else.

I may now consider myself a Rehabed Pirate, struggling to stay sober, and still proud of myself. If you’re on board of one of those black-flagged ships, why don’t you try to set sail in another direction? It won’t be considered desertion, and you won’t need to walk the plank, trust me.

P.S.: If you want to try free (and good) games take a look at those sites:

IndieGames Blog: www.indiegames.com/blog
PlayThisThing: www.playthisthing.com
JayIsGames: www.jayisgames.com
GameMakerGames: www.gamemakergames.com

[Graças a um pedido da minha esposa, apartir de agora eu tentarei escrever todos os posts tanto em Inglês quanto em Português. Eu normalmente não o faço pois costumo levar um dia inteiro para escrever um post aos poucos, de modo que um post bilingue levaria o dobro de tempo para ficar pronto]

Meu amigo Daniel Moura me enviou um artigo muito interessante. Ele foi escrito por Cliff Harris, da Positech Games, e é na verdade uma compilação das respostas, com algumas impressões do autor, para uma pergunta que ele fez: Porque as pessoas pirateiam meus jogos?

No texto Harris nos apresenta os argumentos mais utilizados pelos piratas, e eu reconheci alguns deles, apesar de outros parecerem estranhos (Semi-política? Sério?). Eu não vou ser cara-de-pau e falar que nunca pirateei um jogo, ou algo do tipo. Na verdade eu posso contar nos dedos das mãos quantos poucos jogos eu já comprei. É uma vergonha, eu sei, mas o meu argumento – que ainda é válido para não comprar jogos, mas não mais para pirateá-los – é que eles são caros demais. Minha últimas aquisições foram Neverwinter Nights Platinum, que foi publicado em uma revista de jogos por R$ 15,90; e dois jogos do Big Fish Games, cada um por $0,99. Mas eu ainda estou babando por alguns jogos disponíveis no Steam (Audiosurf e Everyday Shooter), que eu ainda não comprei mais por conta da minha falta de tempo para jogá-los do que por outra coisa.

Hoje eu me considero um Pirata Reformado, tentando continuar sóbrio, e ainda orgulhoso de mim mesmo. Se você estiver a bordo de um desses navios com bandeira negra, porque não tentar navegar por outros mares? Não será considerada deserção e você não terá que andar na prancha, confie em mim.

P.S.: Se você quiser experimentar jogos gratuitos (e bons) dê uma olhada nestes sites:

IndieGames Blog: www.indiegames.com/blog
PlayThisThing: www.playthisthing.com
JayIsGames: www.jayisgames.com
GameMakerGames: www.gamemakergames.com

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2 Responses

  1. Olá Álvaro,

    Tudo bom, cara?
    Tô aqui na Gameloft São Paulo e entre um pixel e outro tento dar uma lida no seu blog, que gosto bastante.

    Legal você escrever em duas línguas, mas talvez ficasse melhor se você separasse o posto todo, ao invés de parágrafos. Talvez isso facilite a leitura.

    Abraço grande,
    Rafael Fernandes

  2. Obrigado pela dica, Rafael. Realmente foi uma experiência e não ficou legal. Foi devidamente reparado. 🙂

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