Pare Tudo e Leia: Qual é o Futuro do Design de Videogames?

Hoje pela manhã me mandaram o link para um excelente artigo da revista Esquire: The Video-Game Programmer Saving Our 21st-Century Souls.

Apenas para dar uma idéia do que se trata, o foco do texto é o desenvolvedor independente mas bastante conhecido Jason Rohrer. Ele ficou conhecido mundialmente graças ao seu terceiro jogo, Passage. Foi através dele que toda a comunidade ficou conhecendo a capacidade real de um jogo transmitir sensações e provocar reflexão. Quer dizer, isso para quem consegue entender o jogo – não que seja difícil, mas tem gente que demora, eu mesmo só me liguei na segunda jogada. E como estas características são comumente associadas às obras de arte, podemos dizer que a evidência mais recente de manifestação artística através dos jogos foi o lançamento deste jogo.

Eu não vou estragar a surpresa, quem quiser experimentar é só ir lá e pegar o jogo (é de graça), instalar e jogar (é rápido, o tempo de jogo é de exatamente 5 minutos). Mas depois não esqueça de voltar aqui para discutir. 🙂

Devo admitir que ainda não terminei de ler a matéria, mas me senti na obrigação de postar a minha opinião aqui, principalmente depois de ler o seguinte parágrafo (os destaques são por minha conta):

Tuesday, there’s an idea on a scrap of paper: “Mistakes you make, early on, haunt you through some game mechanic later.” Thursday, there’s a map of a maze. Later that day, the maze is populated with bunnies and squirrels; in the game, you have to feed the animals from a pouch full of different foods, and if you feed them the wrong food, they die, and you “regret it.” Rohrer adds some additional texture; the dead animals come back as “ghosts,” and you can either feed them or avoid them. If you feed them, they just come back later. Lesson: Regret is pointless. Move on. Friday, there’s a nearly completed video game. It doesn’t give an inch. It doesn’t tell you how to play it, how to get a high score, how to win. You have to figure that out for yourself. The game, in its own small way, is trying to reverse decades of infantilism in video games and culture, in which you get coins for doing stupid shit. It’s not going to coddle:awesome job!

Fale a verdade, o cara é um artista mesmo, não? Mal posso esperar por mais obras dele.
Ah, eu joguei o Gravitation também, mas não sei se foi a expectativa depois de Passage ou se foi outra coisa, mas eu não entendi muito bem o jogo não. Ou até entendi. Eu acho. Vou inclusive baixar o mais recente, Between, para testar depois.

Computadores fazem arte. Artistas fazem dinheiro. Computadores avançam. Artistas pegam carona. Cientistas criam robôs. Artistas levam a fama.
– Chico Science. 

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