[Link] Modelo de Negócios no Facebook

Acabei de ler no Applied Game Design um artigo escrito por Ian Schreiber onde ele comenta alguns modelos de negócios de jogos do Facebook. O interessante não é apenas o artigo em sim, mas também os comentários, onde uma leitora chamada Kelly comenta sobre o modelo de negócios da empresa em que trabalha, Zynga, que tem alguns jogos na rede de relacionamentos e parece estar colhendo bons frutos.

Confira o post aqui: http://bbrathwaite.wordpress.com/2009/03/06/emergent-dynamics-in-facebook-games/

[Link] Porque o Brazil é Importante?

Tudo bem, eu esqueci de mencionar também a China e a Polônia.

Acabei de ler um artigo interessante na EDGE, onde o CEO da Spil Games, Peter Driessen, relata a atual estratégia de crescimento da sua empresa, uma rede global de mais de 50 portais de jogos casuais: investir no mercado dos três países já citados, procurando entrar no mercado não apenas traduzindo jogos e sites, mas criando experiências que sejam reconhecíveis e cativantes para cada cultura.

Eis aqui o que ele fala sobre a nossa terrinha:

Brasil

Em 2008, pela primeira vez, o Brasil foi incluído no top dez dos países com banda larga no mundo. Por ter adicionado mais de 600 mil linhas de banda larga o Brasil passou a espanha e agora está à uma distância crucial do Canadá, que deverá ser percorrida este ano.

O eMarketer mostra que atualmente o Brasil possui 38,8 milhões de usuários de Internet, com uma penetração de 20,2%.  Em 2012 espera-se que estes números cresçam para 56,7 milhões e 28,5% respectivamente.

Leia o artigo completo aqui: http://www.edge-online.com/blogs/why-china-brazil-and-poland-matter

Jogo em Flash mais Popular que WoW

Retirado do blog do mestre Raph Koster:

Em julho do ano passado eu comentei sobre YoVille, um MMO para o Facebook que roda como uma aplicação. Na época ele tinha cerca de 150.000 visitas diárias.

Hoje eu estou aqui para lhes dizer que YoVille é quase certamente mais popular que WoW na América do Norte.

Link para o post: http://www.raphkoster.com/2009/03/03/yoville/

É claro que agora eu terei que adicionar este aplicativo à minha conta do Facebook e conferir “a receita de sucesso”. 😉

[Link] A Morte de um Mundo

Acabei de ler um artigo muito legal, o relato da morte de um mundo virtual.

O jornalista do Gamasutra, Chris Rerno, foi convidado a cobrir os últimos dias do MMO Tabula Rasa – criado por Richard Garriott, o mesmo criador da série Ultima. No seu texto Rerno nos descreve o clima que existia nos jogadores e na última parte narra com alguns detalhes a última grande batalha, onde os jogadores humanos deveriam proteger a terra de uma invasão alienígena, onde todos os inimigos eram controlados pelos GMs do jogo.

Muito bom, muito bom.

http://www.gamasutra.com/php-bin/news_index.php?story=22528

Zeebo: Vídeo do Primeiro Jogo Exclusivo

Muito bom!

Acabei de ler no Continue uma matéria que mostra um vídeo de produção do primeiro jogo exclusivo do console da TecToy, Zeebo Extreme, desenvolvido pela própria, no seu estúdio em Campinas!

Compartilho do mesmo entusiasmo que o Fábio Bracht no respeito à qualidade aparente do título, não só da performance gráfica, como também do fator diversão do jogo.

A intenção da empresa é lançar o console para teste de mercado em Junho em uma cidade apenas, mas até o Dia das Crianças pretende lançá-lo em todo território nacional. O medo deles é apenas a alta do dólar, que empurraria o preço muito para cima e ficaria difícil de concorrer com o PS2.

Assista o vídeo aqui.

É isso aí! Espero que a Tectoy continue a todo gás e que consiga emplacar o Zeebo no mercado nacional, levando pra frente, também, o desenvolvimento brazuca. 🙂

[via Continue e UOL Jogos]

[Link] Quake Live: Um Modelo de Negócios Interessante

Nesta semana foi lançada o mais novo título da franquia Quake, Quake Live. Eu não sei se foi o carnaval, mas eu não vi nenhum estardalhaço nos sites de notícias. De qualquer forma eu vi no bom e velho Gamasutra esta entrevista com duas pessoas da equipe da id Software responsáveis pelo jogo.

O que me chamou mais a atenção em toda a entrevista é a clara noção exata do que eles querem alcançar com o jogo e como vão fazê-lo. Eles estão sendo bastante cautelosos e ainda assim parecem estar agradando todo mundo. Primeiro uma explicação sobre o jogo e depois os meus comentários sobre a entrevista.

 

Beta sim, e com orgulho!

Beta sim, e com orgulho!

Acho que não preciso apresentar, de fato, a série Quake – qualquer dúvida é só conferir aqui na Wikipedia, então vamos falar sobre este novo rebento. Quake Live é nada mais, nada menos, do que Quake III Arena para web! Isso mesmo! “Aquele mesmo Quake III” rodando dentro do seu browser!

Não, não é em flash. Apesar da solução ser semelhante eles utilizam um componente ActiveX próprio, que precisa ser instalado apenas uma vez, mas isso não é nenhum problema nos dias de hoje. Ainda mais quando se pode começar a jogar mesmo que o componente esteja se atualizando em background.

Eles pegaram a engine do título anterior da franquia e portaram, com mínias alterações, para esta nova plataforma. A motivação principal é a imensa massa de jogadores atuais de QIII. Isso mesmo, talvez você não saiba, mas ainda tem muita gente brincando de mata-mata e pegue-a-bandeira neste jogo com quase 10 anos – oito, na verdade.

Apesar de esta versão não ter suporte a mods, que são um dos motivos para ainda haver tantos jogadores, outros atrativos mais modernos marcam presença. Como vocês podem ler na entrevista os criadores falam que não querem apenas criar um jogo na web, eles querem criar todo o ecosistema atual que está em volta dos webgames. Ou seja, eles querem desenvolver um portal, uma comunidade. Eles não querem que os jogadores vão para outros sites atrás de fóruns e coisas do gênero.

Eu já mencionei que ele é de graça? Isso mesmo, for free. O modelo de negócio adotado inicialmente será o de propaganda no site e in-game, apesar de que eles já avisam de antemão que pensam em expandir o modelo com uma assinatura simbólica mensal – em torno de $4.95 – que liberaria algumas funcionalidades interessantes como a de um usuário poder criar sua própria partida, escolhendo o mapa e convidando apenas os seus amigos. Mas o resto, o basicão – que não chega a ser tão basicão assim – continuaria gratuito. Nada mais justo.

Outro ponto interessante é o selo de beta. Eles dizem que vão adotar uma filosofia Google, mas nem tanto. A idéia é mostrar um produto final que ainda está sendo aperfeiçoado, até que ele evolua o suficiente para se tornar gold. Mais uma vez uma atitude inteligente, nada de enganar os usuários.

Pra finalizar um ponto que muitos de vocês devem estar se perguntando, e a qualidade? O jogo roda bem? Bom, eles dizem que sim. Mencionam o fato de que conseguiram uma taxa de 50 a 80  fps em modo fullscreen. Ah, e ainda disseram que o jogo rodou suave em um netbook – isso mesmo, aqueles mini-notebooks, bem humildes. Legal, não?

Eu sei que no final me senti interessado pelo jogo e já fiz o meu cadastro. Não joguei ainda porque não tive tempo e também porque ao terminar o cadastro, eles me colocaram na fila para jogar. Isso mesmo, fila. A fila existe para não sobrecarregar o jogo e o site, então você tem que esperar um pouco. Tipo umas 4000 pessoas. Sério. Eu estava em 4791 quando loguei, e tudo bem que em menos de um minuto avancei 100 lugares, mas se tem tanta gente assim na fila, o jogo deve estar, no mínimo, legal. Ah, e se você entrar na fila pode sair para navegar que o sistema lhe avisa quando chegar a sua vez.

É, eu vou acabar gostando disso. 🙂

[Link] Raph Koster em Matéria Enaltecendo Flash

Um dos papas do game design, Raph Koster, deu algumas declarações numa matéria da BBC sobre o papel atual e futuro da plataforma Flash.

Apesar de mencionar Quake Live, a matéria não esclarece que o jogo não foi desnevolvido em Flash, e usa na verdade um componente ActiveX, que não deixa de funcionar nos moldes do Flash. No final das contas o que vale no texto é saber que de fato muita gente já está entrando pesado neste mercado de jogos para a web e que eles não estão mais preocupados em fazer apenas “joguinhos”.

É por essas e outras que eu vou continuar com os meus estudos de ActionScript 3. E vamo simbora. :o)